sexta-feira, 27 de maio de 2011

AMBIENTE - Não às sacolas plásticas

As sacolas plásticas estão com seus dias contados nos supermercados 
de São Paulo. 
Um acordo firmado em maio entre o governador  Geraldo Alckmin, 
a Secretaria Estadual 
do Meio Ambiente (SMA) e a Associação Paulista de Supermercados 
(Apas) prevê a 
substituição das atuais embalagens por sacolas biodegradáveis até o fim do ano. 
O objetivo da iniciativa  é contribuir com a preservação ambiental.
trocando os atuais sacos produzidos a partir do polietileno obtido do petróleo 
ou do etanol., cujo tempo de decomposição na natureza  é de 100 anos, 
por uma "sacolinha verde" também fabricada com polietileno, mas com 
amido de milho e um elemento pró-degradante, capaz de se decompor 
depois de dois anos.
Formalizado durante  a feira Apas 20011, realizada de 9 a 12  de maio
no Expo Center Norte, na capital paulista, o acordo determina o prazo 
de 6 meses para que os estabelecimentos deixem de destribuir  as sacolas. 
Inicialmente , os supermercados paulista farão campanhas educativas 
incentivando o consumidor a substituir as atuais embalagens pelas versões 
biodegradáveis. "Até novembro, porém, os sacos plásticos serão totalmente 
abolidos", diz Orlando Morando, vice presidente da Apas.
Em termos práticos e ambientais, isso significa a retirada de 2,4 milhões 
de sacolas por més dos supermercados de São Paulo."O consumo percapta 
por ano do paulista é de tres quilos de plástico filme, matéria-prima para 
produção dessas sacolas. com a substituição delas, 9 mil toneladas de plástico 
filme deixão de ser produzidas po mes no Estado de São Paulo", informa Morando.
No Brasil, são fabricadas 210 mil toneladas anuais do material, resiltando 
em 1 bilhões de sacolas. Calcula-se que muitas dessas embalagens plásticas 
sirvam de lixeiras ou virem lixo, o que representa um volume de 9,7%de 
todo o lixo do país.

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