É hora de descobrir seus superpoderes para proteger a Amazônia. O Greenpeace convoca heróis de todo o Brasil para se juntarem à Liga das Florestas, um grupo que lutará com unhas e dentes para defender nosso maior patrimônio ambiental.
O desafio da Liga das Florestas é reunir 1,4 milhão de assinaturas favoráveis à lei do Desmatamento Zero – iniciativa popular para proteger as florestas. Se atingirmos essa marca, os políticos de Brasília terão a obrigação de colocar o assunto em discussão.
Para se tornar um herói é muito simples. Basta acessar o site da Liga das Florestas e assinar a petição. Uma página do seu perfil será criada dentro do site e cada vez que você convidar seus amigos ou compartilhar o jogo nas redes sociais, você acumula pontos. No final, seus pontos podem virar prêmios como camisetas, ecobags, bonés e pulseiras do Greenpeace.
Entre agora na Liga das Florestas. Exerça seu direto como cidadão de propor melhores leis para o país e ajude a escrever um novo capítulo na história de um Brasil mais verde.
Planeta Natural
terça-feira, 27 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
Rios de 11 Estados do País estão poluídos
As avaliações foram feitas entre janeiro de 2011 e o início de março deste ano durante visitas da expedição itinerante A Mata Atlântica é Aqui, que busca a interação com as populações para alertá-las sobre o problema de contaminação dos rios, riachos, córregos, lagos, etc.
No evento, as pessoas são convidadas a investigar as condições de um ou mais corpos d'água por meio de um kit de análise da água. 'É feita assim uma avaliação pontual, um retrato da situação naquele dia. E o resultado é bastante preocupante. Não encontramos nenhum rio em situação satisfatória', afirma Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da SOS.
O kit classifica a qualidade das águas em cinco níveis de pontuação: péssimo (de 14 a 20 pontos), ruim (de 21 a 26 pontos), regular (de 27 a 35 pontos), bom (de 36 a 40 pontos) e ótimo (acima de 40 pontos). Malu explica que os níveis de pontuação são compostos pelo Índice de Qualidade da Água (IQA), padrão definido no Brasil por resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), obtido pela soma da pontuação de 14 parâmetros físico-químicos, biológicos (como temperatura, vermes, coliformes fecais e oxigênio dissolvido) e de percepção, como odor, turbidez e presença de espumas, de lixo, de peixes.
Segundo a pesquisadora, os dois principais responsáveis pela contaminação são a agricultura irrigada - que, segundo ela, 'capta grande volume de água e devolve agrotóxicos e erosão' - e a falta de saneamento básico, que permite que o esgoto doméstico seja jogado nos corpos d'água.
'Nossa campanha visa a população porque só com mobilização da sociedade esse quadro vai mudar. Mas esse ainda não é visto como um problema prioritário. Na última eleição presidencial, falta de saneamento era só a oitava preocupação das pessoas', diz a pesquisadora.
Ao longo desse período foram avaliadas amostras nos Estados do Ceará, Piauí, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Muitos dos rios já tinham sido analisados na primeira expedição, entre maio de 2009 e dezembro de 2010. Em geral, o quadro não melhorou.
No primeiro levantamento foram feitas 70 análises: 69% dos rios ficaram no nível regular, 27% ruim e 4% péssimo. Alguns passaram de ruim a regular, como o Rio Tietê, em Itu. Já outros caíram um degrau, como o Rio Criciúma, na cidade catarinense do mesmo nome, que perdeu cinco pontos e ficou ruim.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Hora do Planeta Sabado, 31 de março de 2012
No sábado, 31 de Março de 2012, milhões de pessoas de diferentes países vão desligar as luzes na Hora do Planeta, uma iniciativa global da WWF, a World Conservation, para mostrar que nos preocupamos com as mudanças climáticas .
Este ano será realizada no sábado 31 de março entre as 20h30 e 21,30 e contará com a adesão de municípios, empresas e indivíduos nas grandes cidades em todo o mundo.
Hora do Planeta pretende demonstrar que, juntos, cada um de nós pode dar um sinal positivo para enfrentar o aquecimento global. Ele surgiu em Sydney, Austrália, durante 2007 e reuniu dois milhões de pessoas. Cinco anos depois, em 2011, os cidadãos de 135 países em todos os continentes desligado as luzes, mais de 1.500 monumentos e marcos ficou escuro como a Sydney Opera House, City Hall, em Londres, o Empire State Building em Nova York, o Cristo no Rio de Janeijo, a Torre Eiffel, em Paris e do Obelisco em Buenos Aires, pelo menos 1,475,687 pessoas em 205 países visitaram o site www.earthhour.org naquele dia, e Google teve 74,6 milhões de imagens da Terra esta noite.
No que pode ser o maior chamado à ação para combater as mudanças climáticas, a Hora do Planeta 2012 vai receber centenas de milhões de pessoas nas cidades em seis continentes desligando as luzes durante uma hora. Hora do Planeta 2012 pretende alcançar seu compromisso de uma mudança global para beneficiar o meio ambiente.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Vazou de novo
Um vazamento de cerca de 160 barris de petróleo foi detectado na bacia de Santos, nesta terça-feira, em um poço na camada pré-sal perfurado pela Petrobras. A estatal informou que houve um rompimento na coluna de produção do poço, ou seja, no duto perfurado na rocha por onde o óleo flui até a superfície.
A companhia, que realiza um teste de produção com um navio-plataforma na região, afirma que não há possibilidade do petróleo chegar à costa brasileira e que o poço foi fechado para evitar que mais óleo contamine as águas. Um plano de emergência para recolher o petróleo no mar e o óleo residual da parte superior da coluna de produção.
As causas do acidente serão investigadas assim como as do vazamento em Tramandaí (RS) que ocorreu na quinta-feira (26/01) da semana passada cujo laudo deve sair em 30 dias. O acidente no litoral gaúcho aconteceu quando o óleo de um navio era descarregado para um sistema de dutos próximo à costa. A companhia responsável, a Transpetro, subsidiária da Petrobras, criou uma comissão interna para apurar as circunstâncias do vazamento que atingiu três quilômetros da orla do município.
O tema da exploração de petróleo na camada pré-sal é cada vez mais delicado devido a tantos acidentes na costa brasileira. Há menos de três meses, o incidente com a Chevron no campo do Frade, na bacia de Campos, deixou vazar 2.400 barris de óleo devido a uma forte pressão que surgiu no poço quando o equipamento de perfuração atingiu o reservatório de petróleo. O óleo vazou por uma rachadura na parede do poço até o leito marinho, chegando depois à superfície, mesmo com o equipamento de segurança tendo sido acionado.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Ambiente hostil
Folhas são painéis solares captadores de energia que animam a sonoridade do planeta Terra como uma jukebox. |
Para Hempton, o ambiente urbano é muito barulhento. A poluição sonora é tanta que somos educados, desde pequenos, a prestar mais atenção a certos sons do que a outros. Nas cidades, a acústica ambiental pode ser preservada em igrejas e catedrais, locais silenciosos onde as pessoas podem ser ouvidas e compreendidas. Neles é possível ouvir todo o ambiente, de modo que nos sentimos seguros. "Já nas ruas recebemos toneladas de informação, muitas das quais insignificantes. A dificuldade de ouvir o que se passa ao redor abre oportunidade para ladrões se aproximarem, e dificilmente alguém ouve gritos de socorro. Locais barulhentos apresentam maior criminalidade", diz Hempton. Níveis altos de poluição sonora geram insegurança e estresse.
É possível tornar o espaço urbano mais agradável. Parques no meio da cidade podem ser ambientes convidativos e atrair parte da fauna original, como passarinhos. Em termos sonoros, a ausência do caos urbano é reconfortante. "Em São Paulo, você vê sabiás-laranjeira por todo lado. Agora, se você vai a Campinas, Piracicaba e Rio Claro, não vai encontrá-los, porque as pessoas não plantaram árvores frutíferas suficientes. Aqui em São Paulo, nos anos 60, fizemos uma campanha para incentivar a plantação de amoreiras, pitangueiras, etc. Hoje, São Paulo é a capital com mais sabiás-laranjeira da América Latina", afirma Frisch. Para quem mora em apartamento, e deseja ser visitado por pássaros, basta colocar frutas na janela.
A paisagem sonora é composta por todos os sons que permeiam o espaço, emitidos por todos os seres. |
Frisch e Hempton partem do mesmo princícipio, mas atuam com objetivos distintos. Munidos de aparelhos para gravar cantos dos pássaros e sons da natureza, os dois se arriscam para preservar sinfonias naturais. "O acesso a locais remotos é caro, desafiador do ponto de vista físico e, algumas vezes, da perspectiva emocional também", diz Hempton. O desafio do caçador de som é escapar da poluição sonora. "A parte mais difícil do meu trabalho é ficar longe da família. Já a melhor é voltar para casa e compartilhar o material que gravei e as histórias. Vivemos em um planeta maravilhoso!", conclui.
Para Frisch, um de seus maiores desafios, além de achar passarinhos em Miami, foi gravar o canto do uirapuru, em 1962. A espécie vive no coração da Floresta Amazônica e aparece na primavera. O uirapuru tem sete cantos, associados à sorte, ao amor e à felicidade. "Embrenhado nas matas do Seringal Bagaço, no Rio Acre, quando tinha 32 anos, consegui gravar todos os sete cantos. Dali para a frente, promessas alvissareiras passaram a sobrevoar minha vida. É algo mágico que faz com que sempre me aconteça o melhor!", afima. De fato, o sucesso do ornitólogo e do uirapuru contribuíram para a criação, no norte da Amazônia, do Parque Nacional Indígena do Tumucumaque (1968) e do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque (2002), no Pará e no Amapá.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Ecologia acústica
A natureza emite mensagens por meio de sons que muitos não conseguem interpretar, pois é possível ouvir e não escutar. Mas, para preservá-las e protegê-las há cada vez mais ecologistas acústicos.
Por Maíra Lie Chao
Como presente pelos seus 80 anos, o brasileiro Johan Dalgas Frisch deu-se de presente uma viagem aos Estados Unidos, em 2010, para ouvir o canto do sabiá do Texas, um dos melhores tenores naturais americanos. Depois de apreciar sua canção, foi para Miami, na Flórida, procurar outros pássaros. "Fui tomado de uma profunda tristeza ao constatar que, no fim de 20 dias, avistara apenas um solitário pardal", frisa. "Em compensação, havia por toda a parte aves velozes de plumagem brilhante: Rolls-Royces, Ferraris, Porsches e Mercedes."
Frisch é um ornitólogo ativo desde os anos 60, autor do livro Para Que as Primaveras Não Se Calem para Sempre, e um connoisseur dos sons da natureza. Essa habilidade humana crucial para a sobrevivência vem se perdendo. Primeiro porque "depois da Revolução Industrial, um número crescente de paisagens sonoras desapareceu completamente ou se transformou em uma nuvem homogênea de sons urbanos contemporâneos, cheia de trânsito", afirma o biólogo Kendall Wrightson, num artigo publicado no Journal of Acoustic Ecology. Em segundo lugar, porque, em meio à poluição sonora, selecionamos os sons que julgamos importantes e descartamos o restante.
"Escutar, ou seja, ouvir com atenção, é uma atividade que muita gente entende errado. É comum pensar que basta focar em algum som e ignorar os demais. Para mim, isso não é escuta, mas deficiência controlada", explica o norteamericano Gordon Hempton, que tem 30 anos de carreira como caçador de sons e 7 mil gravações de "músicas" da natureza, cada uma com duas horas de duração. Hempton, tal como Frisch e Wrightson, é um ecologista acústico, um ambientalista preocupado em preservar a natureza física dos ambientes e a paisagem sonora composta por todos os sons que permeiam o espaço, emitidos por todos os seres. "Para mim, um ecologista acústico é, acima de tudo, uma pessoa que sabe escutar. O que fazemos é tratar todos os sons com igual importância para saber interpretá-los", afirma.
A ecologia acústica nasceu no início dos 70, com a criação do Projeto das Paisagens Sonoras Mundiais, liderado por Raymond Murray Schafer, da Simon Fraser University, no Canadá. Em 1993, foi criado o Fórum Mundial para Ecologia Acústica, cujo objetivo é a conscientização sobre os efeitos sonoros por meio de gravações, bases de dados, pesquisas acadêmicas e trabalhos artísticos. Segundo Schafer, o mundo é uma composição musical que se desenrola a nossa volta; somos, simultaneamente, audiência, performers e compositores.
Por Maíra Lie Chao
Gordon Hempton: 7 mil gravações de "músicas" da natureza. |
Frisch é um ornitólogo ativo desde os anos 60, autor do livro Para Que as Primaveras Não Se Calem para Sempre, e um connoisseur dos sons da natureza. Essa habilidade humana crucial para a sobrevivência vem se perdendo. Primeiro porque "depois da Revolução Industrial, um número crescente de paisagens sonoras desapareceu completamente ou se transformou em uma nuvem homogênea de sons urbanos contemporâneos, cheia de trânsito", afirma o biólogo Kendall Wrightson, num artigo publicado no Journal of Acoustic Ecology. Em segundo lugar, porque, em meio à poluição sonora, selecionamos os sons que julgamos importantes e descartamos o restante.
"Escutar, ou seja, ouvir com atenção, é uma atividade que muita gente entende errado. É comum pensar que basta focar em algum som e ignorar os demais. Para mim, isso não é escuta, mas deficiência controlada", explica o norteamericano Gordon Hempton, que tem 30 anos de carreira como caçador de sons e 7 mil gravações de "músicas" da natureza, cada uma com duas horas de duração. Hempton, tal como Frisch e Wrightson, é um ecologista acústico, um ambientalista preocupado em preservar a natureza física dos ambientes e a paisagem sonora composta por todos os sons que permeiam o espaço, emitidos por todos os seres. "Para mim, um ecologista acústico é, acima de tudo, uma pessoa que sabe escutar. O que fazemos é tratar todos os sons com igual importância para saber interpretá-los", afirma.
A ecologia acústica nasceu no início dos 70, com a criação do Projeto das Paisagens Sonoras Mundiais, liderado por Raymond Murray Schafer, da Simon Fraser University, no Canadá. Em 1993, foi criado o Fórum Mundial para Ecologia Acústica, cujo objetivo é a conscientização sobre os efeitos sonoros por meio de gravações, bases de dados, pesquisas acadêmicas e trabalhos artísticos. Segundo Schafer, o mundo é uma composição musical que se desenrola a nossa volta; somos, simultaneamente, audiência, performers e compositores.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Dia de vergonha
Senado aprova novo Código Florestal com vícios ruralistas: brechas para aumento de desmatamento e anistia a desmatadores
Greenpeace leva mensagem à Praça dos Três Poderes, em Brasília. © Greenpeace / Tico Fonseca - Iluminart
Uma das últimas esperanças para a preservação da floresta, a emenda que pedia uma moratória de dez anos para o desmatamento na Amazônia teve apoio na plenária, mas foi rejeitada com o presidente da mesa, José Sarney (PMDB-AP), encerrando rapidamente a votação.
Votaram contra a desfiguração da lei e honraram o compromisso com seus eleitores apenas os senadores Marcelo Crivella (PRB/RJ), Cristovam Buarque (PDT-DF), Marinor Brito (PSOL-PA), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Davim (PV-RN), Fernando Collor de Mello (PTB-AL) e João Capiberibe (PSB-AP).
Não houve surpresa, infelizmente. O projeto de lei aprovado é o reflexo dos anseios ruralistas – ainda que não tão explícito quanto era quando saiu da Câmara dos Deputados – e foi transformado, em vez de uma lei ambiental, em mais uma lei de uso agropecuário do solo. Em breve, o Código Florestal, como legislação ambiental mais avançada do mundo, passará a ser um instrumento para ruralista ligar a motosserra.
"O texto aprovado é muito ruim. Ele abre brechas para o avanço do desmatamento sobre as florestas, e esse estrago já causou prejuízos, como no caso do estado do Mato Grosso", explica o diretor da campanha da Amazônia do Greenpeace, Paulo Adario. Alertado e pressionado pelas organizações da sociedade civil, o governo foi a campo e conseguiu evitar que aquela explosão continuasse.
"O índice de desmatamento, em queda nos últimos anos, tem de ser mantido. E o governo precisa mostrar que de fato tem um plano sustentável para o país, como já disse a presidente Dilma tantas vezes", diz Adario.
Em plenário, os senadores falaram em um consenso sobre o texto, mas essa é mais uma manobra da bancada ruralista para convencer a presidente de que não é necessário tomar nenhuma atitude contra o projeto. Isso só fica assim se ela se fizer de surda para os apelos de todos os demais setores da sociedade.
O texto agora volta para votação pelos deputados, onde espera-se que o trâmite seja rápido (afinal, os ruralistas querem é que ele seja aprovado logo mesmo), para então passar para as mãos da presidente.
Ritmo de motosserra
O processo de reforma do Código Florestal foi conduzido de forma totalmente desigual. Depois de ser costurado pelos ruralistas na Câmara por um ano e meio, o Senado teve apenas seis meses para apresentar um relatório final. Com pressa tal, o debate foi atropelado e os senadores não deram o devido valor à contribuição da ciência e das organizações da sociedade civil, argumento que tanto usaram para mostrar que naquela Casa o nível da discussão seria diferente.
Enquanto as vontades ruralistas eram plenamente acatadas pelos relatores, as recomendações de cientistas, juristas, ambientalistas e demais organizações, além de 1,5 milhão de brasileiros foram solenemente ignoradas.
"Os cientistas e o Ministério Público já disseram que esse Código Florestal não é bom para o meio ambiente e será questionado juridicamente. Para que não haja um desastre ambiental no país, a presidente Dilma deve cumprir suas promessas de campanha, contra a anistia e o desmatamento, e vetar o projeto", afirma Adario.
Assine aqui a petição pedindo para que a presidente Dilma Roussef não permita um retrocesso ao Código Florestal.
Veja as fotos da atividade no dia da votação:
/http://www.flickr.com//photos/greenpeacebrasil/sets/72157628307843421/show/
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