quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Dia de vergonha

Senado aprova novo Código Florestal com vícios ruralistas: brechas para aumento de desmatamento e anistia a desmatadores

Greenpeace leva mensagem à Praça dos Três Poderes, em Brasília. © Greenpeace / Tico Fonseca - Iluminart
  Um dia depois de o Inpe divulgar o menor índice de desmatamento da Amazônia já registrado, o Congresso reanimou a sanha da motosserra. Foi em ritmo de atropelo, sob pressão ruralista e o tácito consentimento do governo, que a proposta que acaba com a proteção florestal foi aprovada hoje no Senado. Com 58 votos a favor e 8 contra, o novo Código Florestal foi adiante ainda carregando brechas para mais desmatamento e anistia a desmatadores.
Uma das últimas esperanças para a preservação da floresta, a emenda que pedia uma moratória de dez anos para o desmatamento na Amazônia teve apoio na plenária, mas foi rejeitada com o presidente da mesa, José Sarney (PMDB-AP), encerrando rapidamente a votação.
Votaram contra a desfiguração da lei e honraram o compromisso com seus eleitores apenas os senadores Marcelo Crivella (PRB/RJ), Cristovam Buarque (PDT-DF), Marinor Brito (PSOL-PA), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Davim (PV-RN), Fernando Collor de Mello (PTB-AL) e João Capiberibe (PSB-AP).
Não houve surpresa, infelizmente. O projeto de lei aprovado é o reflexo dos anseios ruralistas – ainda que não tão explícito quanto era quando saiu da Câmara dos Deputados – e foi transformado, em vez de uma lei ambiental, em mais uma lei de uso agropecuário do solo. Em breve, o Código Florestal, como legislação ambiental mais avançada do mundo, passará a ser um instrumento para ruralista ligar a motosserra.
"O texto aprovado é muito ruim. Ele abre brechas para o avanço do desmatamento sobre as florestas, e esse estrago já causou prejuízos, como no caso do estado do Mato Grosso", explica o diretor da campanha da Amazônia do Greenpeace, Paulo Adario. Alertado e pressionado pelas organizações da sociedade civil, o governo foi a campo e conseguiu evitar que aquela explosão continuasse.
"O índice de desmatamento, em queda nos últimos anos, tem de ser mantido. E o governo precisa mostrar que de fato tem um plano sustentável para o país, como já disse a presidente Dilma tantas vezes", diz Adario.
Em plenário, os senadores falaram em um consenso sobre o texto, mas essa é mais uma manobra da bancada ruralista para convencer a presidente de que não é necessário tomar nenhuma atitude contra o projeto. Isso só fica assim se ela se fizer de surda para os apelos de todos os demais setores da sociedade.
O texto agora volta para votação pelos deputados, onde espera-se que o trâmite seja rápido (afinal, os ruralistas querem é que ele seja aprovado logo mesmo), para então passar para as mãos da presidente.
Ritmo de motosserra
O processo de reforma do Código Florestal foi conduzido de forma totalmente desigual. Depois de ser costurado pelos ruralistas na Câmara por um ano e meio, o Senado teve apenas seis meses para apresentar um relatório final. Com pressa tal, o debate foi atropelado e os senadores não deram o devido valor à contribuição da ciência e das organizações da sociedade civil, argumento que tanto usaram para mostrar que naquela Casa o nível da discussão seria diferente.
Enquanto as vontades ruralistas eram plenamente acatadas pelos relatores, as recomendações de cientistas, juristas, ambientalistas e demais organizações, além de 1,5 milhão de brasileiros foram solenemente ignoradas.
"Os cientistas e o Ministério Público já disseram que esse Código Florestal não é bom para o meio ambiente e será questionado juridicamente. Para que não haja um desastre ambiental no país, a presidente Dilma deve cumprir suas promessas de campanha, contra a anistia e o desmatamento, e vetar o projeto", afirma Adario.
Assine aqui a petição pedindo para que a presidente Dilma Roussef não permita um retrocesso ao Código Florestal.
Veja as fotos da atividade no dia da votação:

/http://www.flickr.com//photos/greenpeacebrasil/sets/72157628307843421/show/
 


sábado, 3 de dezembro de 2011

Florestas pedem socorro‏

Código Florestal: veta, Dilma










Olá, ciberativista
Na época da campanha presidencial, em 2010, Dilma disse que vetaria qualquer mudança no atual Código Florestal que anistiasse desmatadores e incentivasse o desmatamento. Pois bem, esses são dois dos principais pontos da proposta do novo Código Florestal que passou na Câmara e está prestes a ser votado no Senado. E onde andam Dilma e o governo nesse assunto?
Por enquanto, ninguém sabe e ninguém viu. A presidente manteve seu governo completamente distante das discussões no Congresso. E se ele aprovar o código anistiando desmatadores e rompendo as amarras que tolhem a ação das motosserras, o que Dilma fará? Manterá suas promessas de campanha e vetará o projeto antifloresta de inspiração ruralista?
Seguro morreu de velho: melhor não deixar a presidente sozinha na hora de tomar essa decisão. Lembre a ela sobre sua promessa aos brasileiros e diga que ela tem o seu apoio para usar seu poder de veto e barrar uma lei que vai arrasar as florestas do Brasil. Participe da campanha Veta, Dilma.



Veta,Dilma. Assine a petição para proteger nossas florestas contra o #codigoflorestal dos ruralistas. http://bit.ly/txVlzH




São as doações de pessoas como você que asseguram a nossa independência e a nossa capacidade de trabalhar em busca de um país com florestas e geração de energia limpa. Junte-se a nós!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Pare Angra 3




Nesta semana, os oceanos ganharão um novo e destemido defensor. O Rainbow Warrior III integrará oficialmente a frota de navios do Greenpeace.

Projetado totalmente à medida para o Greenpeace, o Rainbow Warrior III leva o selo de sustentabilidade. Em lugar dos combustíveis fósseis, seu principal motor será a força dos ventos. Sua operação por motores só será acionada em caso de condições adversas. Mesmo assim, seu casco foi desenhado para reduzir ao máximo o uso de combustíveis. O calor dos geradores será reutilizado no aquecimento da água a bordo, em cabines e banheiros, e para o pré-aquecimento das máquinas.


Tudo isso foi possível graças ao apoio de colaboradores de todo o mundo. Mais de 100 mil pessoas fizeram doações, patrocinando a compra de peças e outros equipamentos por meio da internet até que a construção do navio fosse finalizada.


O navio partirá de Berne-Matzen na Alemanha para suas primeiras missões. Kumi Naidoo diretor executivo do Greenpeace Internacional, esteve na apresentação e disse que o novo Rainbow Warrior é perfeito para a tempestade de desafios ecológicos, democráticos e financeiros que nosso mundo está encarando.


Na mesma ocasião, a advogada canadense que defende os direitos indígenas e é madrinha da embarcação, Melina Laboucan-Massimo, lembrou uma citação do povo indígena Cree que deu origem ao nome Rainbow Warrior: “Um dia a terra vai adoecer. Os pássaros cairão do céu, os mares vão escurecer e os peixes aparecerão mortos nas correntezas dos rios. Quando esse dia chegar, os índios perderão o seu espírito. Mas vão recuperá-lo para ensinar ao homem branco a reverência pela sagrada terra. Aí, então, todas as raças vão se unir sob o símbolo do arco-íris para terminar com a destruição.
Será o tempo dos Guerreiros do Arco-Íris.”

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Protesto Anti-Desmatamento - USP

Saiu no ESTADAO essa reportagem sobre o desmatamento de mais de 1.300 arvores no campus da USP, no Butantã.

Segundo a reportagem abaixo, a universidade sera obrigada a manter apenas 217 arvores no local, e plantar 6.000 mudas. O problema é que serão cortadas árvores adultas, robustas, que trazem um grande benefício para o clima da região. Já essas mudas só trarão efeito similar daqui a 20 ou 30 anos", disse o ...ambientalista Carlos Bocuhy.

Em tempos de preocupações com o meio ambiente, como um projeto desses foi liberado pela Prefeitura e pelo Ministerio do Meio Ambiente ???

Peço que todas as pessoas que estudam, moram proximo a regiao e tambem todas que se preocupam com o meio ambiente ajudem nessa campanha contra esse corte maçiço de arvores, que trará consequencias a todos nos por anos e anos !!!!

Estamos verificando junto aos organizadores do evento uma data para fazermos uma manifestacao dentro do campus,,,,mais informacoes em breve !!! Vamos participar pessoal, unindo forças conseguiremos resultados !!!!

COMPARTILHEM !!! ESPALHEM !!!! DIVULGUEM !!!!

Segue abaixo a reportagem
( link: http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,usp-vai-cortar-13-mil-arvores-no-campus-do-butanta,776208,0.htm )


SÃO PAULO - Considerado um dos locais com mais áreas verdes na capital paulista, o câmpus da Universidade de São Paulo (USP) no Butantã, zona oeste, vai perder 1.328 árvores nos próximos meses. Essa pequena mata, equivalente a um Parque Trianon ou da Aclimação, vai dar lugar a um conjunto de museus planejado pela reitoria desde 2001. O corte é um dos maiores aprovados neste ano pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.

Para se ter ideia do tamanho do desmatamento, toda a obra de duplicação da Marginal do Tietê em 2009 derrubou cerca de 800 árvores, pouco mais da metade do que será cortado na USP. A universidade será obrigada a manter no local apenas 217 árvores, além de plantar outras 6 mil mudas no local. "O problema é que serão cortadas árvores adultas, robustas, que trazem um grande benefício para o clima daquela região. Já essas mudas só trarão efeito similar daqui a 20 ou 30 anos", disse o ambientalista Carlos Bocuhy.

A área fica do lado da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, próximo da Avenida Corifeu de Azevedo Marques. Para Bocuhy, o local é inadequado para uma obra desse porte. "Existem várias outras áreas na USP com bem menos árvores, que trariam um impacto muito menor. É impossível que esse local, onde será necessário cortar mais de 1.300 árvores, seja a melhor alternativa nesse caso", afirma o ambientalista.

As árvores são consideradas essenciais por especialistas pois ajudam a umidificar o ar em zonas localizadas dentro da cidade, o que contribui para a dispersão dos poluentes e alivia os efeitos causados pelo tempo seco. Outra contribuição das matas urbanas é a refrigeração da atmosfera nas redondezas e o aumento da circulação do ar.

Projeto. O plano da USP é erguer no local o chamado "Parque dos Museus", um conjunto de 53 mil m² projetado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha que será sede do Museu de Arqueologia e Etnologia e do Museu de Zoologia. Isso só será possível justamente por causa de uma obra considerada irregular pelo Ministério Público, que obrigou a incorporadora Brookfield a contribuir financeiramente com o projeto após danificar um sítio arqueológico no Itaim-Bibi, onde constrói um prédio.

O diretor do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da USP, Thiago Aguiar, afirma que não houve discussão sobre o local escolhido pela reitoria para se erguer as novas sedes dos museus. "Esse plano de construção de novos prédios, que vai gastar R$ 240 milhões dos cofres públicos, não foi nada democrático. Não tivemos a chance de discutir nem sobre o impacto dessa obra na área verde do câmpus nem sobre sua finalidade, que também é questionável", diz.

A universidade, por sua vez, afirma que todo o processo está sendo feito de acordo com as orientações da Secretaria do Verde e Meio Ambiente. Segundo a USP, o projeto é importante para a comunidade acadêmica, uma vez que vai aproximar o Museu de Zoologia à Cidade Universitária - hoje, ele funciona no bairro do Ipiranga, na zona sul - e aumentar a área disponível para as exposições. A previsão de inauguração é em 2013.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011





Olá, ciberativista
Hoje colocamos no ar um mapa interativo de Abrolhos, mostrando a região que o Greenpeace pede que seja declarada livre da exploração de petróleo. Levando em consideração as correntes marítimas, a ciência mostra que um vazamento dentro desta área pode atingir longas distâncias, afetando a maior biodiversidade do Atlântico Sul. Confira o mapa e entenda melhor nossa proposta.
Até o momento, nenhuma empresa deu sinais de que pretende abandonar suas operações em Abrolhos, apesar dos recentes protestos do Greenpeace.
Desde julho, tentamos um diálogo com as dez petroleiras com blocos na região. Enviamos cartas a todas elas explicando a necessidade de ampliar a proteção de Abrolhos. Só recebemos respostas de três delas: Shell, Sonangol e Petrobras.
Outras duas empresas só responderam de improviso e sob pressão. A carta da Repsol Sinopec, coincidentemente, chegou no mesmo dia que o Greenpeace fez uma  manifestação nos escritórios da Perenco, no Rio de Janeiro. Já a OGX só se moveu depois que as baleias ativistas se acorrentaram na entrada da empresa, exigindo sua adesão à moratória. A carta da OGX era vaga. Por isso, os manifestantes resistiram por nove horas no local, até serem retirados à força pela Tropa de Choque da Polícia Militar.
Todas as empresas alegam que operam dentro da lei e possuem licença ambiental. Parece que elas têm memória curta, porque nada disso foi suficiente para evitar a catástrofe no Golfo do México em 2010. Lá, o óleo atingiu uma área três vezes maior que a pedida pelo Greenpeace para proteger Abrolhos.
Outras cinco empresas ainda não se manifestaram sobre as cartas do Greenpeace: Vale, Perenco, Vipetro, Cowan e HRT. Como explicar tanta omissão?
É por isso que precisamos de sua ajuda. Assine, divulgue nossa petição eTweet. Com ela, você estará pressionando as empresas a responder nosso pedido e a apoiar a moratória do petróleo em Abrolhos.




quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Abrolhos‏





Olá ciberativista,

A campanha contra a exploração de petróleo na região de Abrolhos segue em pauta nesta semana. Mais de 10 mil ciberativistas já assinaram a petição, que será entregue às empresas e ao governo. Se você ainda não participou, demonstre hoje mesmo seu apoio a esta causa e não deixe as petrolíferas atrapalharem o namoro das baleias.
E para aqueles que quiserem saber as novidades da campanha, eu estarei amanhã, 25/08, às 17h, em chat ao vivo com os internautas. Prepare suas perguntas e participe de nosso bate-papo.
Você também poderá enviar perguntas pelo Twitter, basta acrescentar a hashtag #PapoGreenpeace.
Assine a petição, divulgue para seus amigos e ajude a salvar Abrolhos. A baleia jubarte, o Coral Cérebro e mais de 1300 espécies agradecem. Obrigada, Leandra Gonçalves.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Países fecham usinas nucleares



Na esteira do acidente em Fukushima, no Japão, Alemanha, Suíça e Itália anunciaram que vão desistir da energia atômica. O ministro do Meio Ambiente alemão, Norbert Roettgen, pretende fechar todas as usinas nucleares do país até 2022. Das 17 existentes, as 8 mais velhas já estavam paralisadas e 7 haviam sido fechadas temporariamente, após Fukushima. O governo suíço seguiu os passos da Alemanha e os eleitores italianos, num plebiscito que registrou participação recorde de 57% da população, enterraram o plano de construir usinas no país.
Emissões de CO2 batem recorde
O nível de gás carbônico (CO2) na atmosfera entre 22 e 28 de maio foi o mais alto já registrado: 394,97 partes por milhão (ppm), 1,6 ppm a mais do que em 2010, segundo dados do governo dos Estados Unidos. Na mesma época, a Agência Internacional de Energia divulgou que as emissões de CO2 para geração de energia foram as mais altas da história, graças sobretudo a países em desenvolvimento, como Brasil, China e Índia. Níveis de CO2 acima de 400 ppm favorecem mudanças mais sérias no clima.
São Paulo aumenta controle do ar
O Conselho Estadual do Meio Ambiente de São Paulo (Consema) aprovou em maio a adoção de um parâmetro mais rígido de limite para poluição do ar, afinado com a Organização Mundial da Saúde. O Estado é o primeiro do mundo a seguir esse padrão, que afetará a obtenção de licenças ambientais por empresas e a implementação de medidas extremas nas cidades com poluição alta, entre outros itens. Até se chegar ao limite desejado haverá três etapas intermediárias, a primeira das quais vencerá em 2014.
Google investe em energia renovável
Uma usina eólica no sul da Califórnia é o mais novo investimento em energia alternativa da Google. A gigante de tecnologia destinou US$ 55 milhões para a construção do parque eólico Alta Vista Energy Center, na fronteira do deserto de Mojave com os Montes Tehachapi. A obra, a cargo da Terra-Gen Power, conta ainda com a participação do Citibank e deverá abastecer 450 mil domicílios. Com a iniciativa, a Google já contabiliza US$ 400 milhões investidos em energias renováveis.
Mata Atlântica: devastação menor
Minas Gerais (12.467 hectares) e Bahia (7.725 hectares) foram os Estados que mais perderam cobertura de Mata Atlântica entre 2008 e 2010, segundo o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, divulgado em maio pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Nesse triênio foram desmatados 31.195 hectares.
O documento aborda a situação de 16 dos 17 Estados que contêm o bioma. A taxa média anual de desmatamento nesses Estados caiu 55% ante o triênio 2005-2008.
Londres incentiva carro elétrico
O prefeito de Londres, Boris Johnson, anunciou em maio a criação de uma rede de recarga para carros elétricos, estímulo adicional ao uso desses veículos. Até 2013, mais de 1.300 pontos de recarga serão instalados na cidade. Motoristas de carros elétricos têm isenção do pedágio urbano denominado Congestion Charge. A Nissan divulgou que pagará a recarga durante 12 meses para quem adquirir seu veículo elétrico, o Leaf (foto), até o fim de 2011 e mora a até 64 quilômetros de um desses posto.
Empresas + verdes
A empresa de transporte coletivo Metropolitana, que atua em São Paulo e no Recife, pôs em circulação, em maio, 50 ônibus movidos a etanol na capital paulista. Os veículos, fabricados pela Scania e adaptados a partir de um estudo da USP, já seguem o padrão de emissão de poluentes da União Europeia.
A siderúrgica ArcelorMittal Tubarão, do Espírito Santo, trouxe para o Brasil o Sistema Claus, tecnologia inédita na América do Sul que pode reduzir em até 89% as emissões de dióxido de enxofre de sua coqueria (a área produtora de coque, combustível usado na produção de aço). O sistema completo começará a funcionar em fevereiro.
A HP comemorou em junho a ultrapassagem das metas de redução de consumo de energia de seus produtos traçadas em 2009. A empresa pretendia baixar em 40% esse consumo entre 2005 e 2011, mas nove meses antes do prazo anunciou que seus aparelhos já são 50% mais eficientes energeticamente do que os de cinco anos atrás.
O Grupo EkoBio lançou em maio duas canetas biodegradáveis: a ExataBio, modelo automático com design italiano, e a PetitBio, minicaneta com cordão em algodão. As duas, tal como a EkoBio (a primeira caneta biodegradável do país), são feitas com biorresina de fonte renovável, que não deixa resíduos tóxicos.